Periodo intertestamentario (Parte 2).


O PERÍODO DOS MACABEUS

Revolta dos Macabeus.

A resistência judaica fez se sentir prontamente. Na aldeia de Modim, um agente real de Antíoco instou com um já idoso sacerdote, de nome Matatias, a que desse exemplo aos habitantes da aldeia oferecendo um sacrifício pagão. Matatias se recusou a tal. E quando um outro judeu deu um passo à frente em anuência, Matatias tirou lhe a vida, matou o agente real, demoliu o altar e fugiu para a região montanhosa na companhia de cinco de seus filhos e de outros simpatizantes. E foi assim que teve início a Revolta dos Macabeus, em 167 A.C., sob a liderança da família de Matatias, coletivamente chamados de Hasmoneanos, por causa de Hasmom, bisavô de Matatias, ou de Macabeus, devido ao apelido "Macabeu" ("Martelo"), conferido a Judas, um dos filhos de Matatias.
Judas Macabeu encabeçou uma campanha de guerrilhas de extraordinário su-cesso, até que os judeus se viram capazes de derrotar os sírios em campo de batalha regular. 
A Revolta dos Macabeus, entretanto, foi também uma guerra civil deflagrada entre os judeus pró helenistas e anti helenistas. O conflito prosseguiu mesmo após a morte de Antíoco Epifânio (163 A.C.). 

Finalmente, os Macabeus recuperaram a liberdade religiosa, consagraram novamente o templo, conquistaram a Palestina e expeliram as tropas sírias da cidadela que ocupavam em Jerusalém.

Independência dos Macabeus.

Depois que Judas Macabeu foi morto em batalha (160 A.C.), seus irmãos, Jônatas, e posteriormente Simão, sucederam no na liderança. Declarando se herdeiros presuntivos do trono selêucida, um em oposição ao outro, puderam obter concessões favoráveis aos judeus. 
Jônatas começou a reconstruir as muralhas danificadas e os edifícios de Jerusalém. Assumiu, igualmente, o ofício sumo sacerdotal. 

Simão conseguiu o reconhecimento da independência judaica da parte de Demétrio II, um dos que competiam pela coroa dos Selêucidas, tendo renovado um tratado com Roma que originalmente fora firmado por Judas. Tendo sido proclamado como "o grande sumo sacerdote, comandante e líder dos judeus", Simão passou a reunir oficialmente em sua pessoa a liderança religiosa, militar e política do estado judeu.

A história subseqüente da dinastia hasmoneana.(142 37 A.C.) consiste de um relato de contendas internas, derivadas da ambição pelo poder. Os propósitos políticos e as intrigas dos Hasmoneanos alienaram muitos dos Hasidim, de inclinações religiosas, os quais vieram a ser mais tarde os fariseus e os essênios, semelhantes àqueles que produziram os Papiros do Mar Morto, estabelecidos em Qumran. Os partidários aristocráticos, de pendores políticos, do sacerdócio hasmoneano, vieram a ser os saduceus. Finalmente, porém, o general romano Pompeu subjugou a Palestina (63 A.C.), de modo que, durante o período do Novo Testamento, a Palestina estava dominada pelo poderio romano.

Fonte: crenatos 
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