Pastores incrédulos.

Existem muitos clérigos que não acreditam em Deus. No contexto atual em que as pessoas precisam ganhar dinheiro para sobreviver decentemente e até conseguir um certo status, o que não falta é pastor incrédulo, pregando o evangelho apenas em função de um salário mensal.
A maneira mais fácil de conseguir um meio de vida, hoje em dia, é cursar um seminário evangélico, pois as igrejas se multiplicam da noite para o dia, em todos os cantos de uma cidade, e quem tem vocação para pregar logo consegue um emprego fácil.
Junto com “o amor ao dinheiro”, que, segundo o apóstolo Paulo“é a raiz de todos os males”, vem a descrença na Bíblia, pois “um abismo chama outro abismo”. A integridade da fé cristã está se estilhaçando como frágil peça de cristal, por causa da incredulidade do clero. Eu já sabia, através de um autor católico, que a primeira coisa que um estudante aprende nos seminários da ICAR é descrer na Bíblia, visando, simplesmente, o benefício de sua igreja. Infelizmente, nos dias de hoje, 9 entre 10 seminaristas evangélicos deixam os seminários com alguma cultura secular e bíblica, mas sem crer na infalibilidade da Palavra de Deus. Os pastores mais incrédulos são os da linha liberal. Estes costumam ganhar bem, enviam os filhos para estudar no exterior, de onde os jovens voltam mais incrédulos do que antes.

Parece que entre as denominações tradicionais, as que mais se desviaram da fé bíblica foram a Anglicana e a Metodista. Neste último caso, John Wesley ficaria muito desgostoso, pois foi um cristão de vida santa, dedicada ao estudo e pregação da Palavra de Deus. Ele viajou milhares de quilômetros pelo interior da Inglaterra, pegando o evangelho e ganhando almas para Cristo. Os pastores metodistas de hoje viajam em jatos particulares, ganham fortunas e pregam a Teologia da Prosperidade, que Wesley, certamente, iria abominar.

A denominação batista independente parece ser a mais séria, do ponto de vista bíblico. Mesmo assim, muitos líderes desta denominação já estão com um pé no mundo e outro na igreja, conforme os artigos do Pr. David Cloud, que tenho lido e traduzido. A apostasia não vem da ICAR, pois esta já apostatou, desde o início da história do Cristianismo. A igreja dita evangélica está apostatando, a fim de que se cumpram as profecias referentes ao final dos tempos. (2 Timóteo 4:3-4).

Graças a Deus, em todas as denominações evangélicas ainda existem pastores comprometidos com o Evangelho, os quais pregam a sã doutrina, visando a conversão de almas e não o progresso de suas contas bancárias. São pastores fundamentalistas, que ainda acreditam em tudo que está escrito na Palavra Santa.

A primeira coisa que um pastor liberal costuma fazer é espiritualizar a Bíblia, a começar de Gênesis 1. Quem não crê literalmente em Gênesis 1, já é um candidato em potencial à incredulidade. Um dos maiores matemáticos do mundo - da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, escreveu um grosso volume (A Proof on Stone), provando que Gênesis 1 e João 1 têm a mesma fórmula matemática, podendo ser confirmadas cientificamente. Tenho este livro em meu escritório, mas a arrumadeira fez uma confusão tão grande, na arrumação das centenas de livros, que não consigo encontrá-lo agora.

Quem não crê em Gênesis 1 também não crê na infalibilidade da Bíblia,porque... se Deus escreveu uma fábula no início do Livro, também pode ter escrito outras, em todo o livro. Então o nascimento virginal, a vida imaculada, a morte vicária e a ressurreição de Cristo poderiam ser invenções religiosas. Isso leva à descrença em que tantos pastores tem caído, nas últimas décadas. Pastor ateu é o que não falta, dos anos 1960 para cá... Eles têm construído um Cristianismo igual às falsas religiões, cujos fundadores foram homens pecadores, como Buda, Maomé, Confúcio, Rosenkreuz... Assim, o Filho unigênito de Deus, Jesus Cristo, perde a Sua divindade, sendo rebaixado a criatura, em vez de Criador do universo.

Pastor que rejeita uma simples doutrina bíblica também rejeita o céu, o inferno, não condena o pecado e, quando prega, está visando apenas agradar os ouvintes, a fim de conseguir mais dinheiro para o gazofilácio da igreja. Esses homens estudaram em seminários liberais, leram e foram influenciados por Paul Tillich, Hans Kung e outros autores incrédulos, perderam a fé e se tornaram praticamente ateus.

Quando eu cursava um seminário teológico,comprei de um pastor alguns livros dos autores acima. Comecei a ler e fiquei tão horrorizada que parei, antes da metade de cada um. Muitos anos depois, outro pastor batista se queixou no púlpito que havia vendido exatamente esses livros, numa crise financeira, mas esperava um dia consegui-los de volta. Na mesma hora, eu pensei: “Quer ir para o inferno? Então vou dar uma mãozinha!”. Naquela semana, entreguei-lhe a coleção de autores apóstatas e ele ficou muito feliz!!! Mal sabe ele que mereço a observação maliciosa, que ele fez um dia, a uma senhora, membro da igreja que ele dirige, na zona sul do RJ: “Mary é uma figura!”. Vejamos quem vai ser galardoado no Tribunal de Cristo, se ele, um liberal, ou eu “uma figura!”. Um dos livros que eu li, no tempo do seminário, foi “A Quarta Dimensão”,de Yong Cho. Graças a Deus não acreditei nas lorotas que ele prega neste livro; mas, muitos acreditaram!

Alguns pastores americanos declaram, candidamente: “Eu não queria me tornar ateu, mas de tanto ler autores ateus, acabei perdendo a fé. Hoje, prego nos púlpitos porque preciso ganhar dinheiro para sustentar a família, pois esta é a minha maior obrigação”. É triste constatar que os pastores bem pagos enviam os filhos ao Estados Unidos (e até à União Européia) para cursarem seminário teológicos, de onde eles voltam mais incrédulos do que antes. E alguns ainda aprendem a fumar, a beber, a usar drogas e a praticar outros pecados hediondos. E como “o salário do pecado é a morte”, os pais que não praticam uma fé genuína na Palavra de Deus, estão se encaminhando e preparando os filhos para o inferno, o qual pode começar aqui mesmo, quando alguns desses filhos se viciam nas drogas e no homossexualismo e, um dia, completamente incapacitados de discernir entre o bem e o mal, acabam assassinando os próprios pais. Jesus já nos havia prevenido que “... os inimigos do homem serão os seus familiares”. (Mateus 10:36).

Autora:Mary Schultze 
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