O Evangelho no qual tenho crido.


“E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.” (Mt 24.14).

O Evangelho no qual tenho crido (e que tenho pregado) é a Boa Nova da Salvação iniciada e consumada pelo Senhor Jesus. Sem necessidade de máscaras, de marketing, de fórmulas mágicas, de mandingas, sem necessidade de intercessores de camisola e chapelão. É o Evangelho que nos mostra Jesus o Cristo como ele é: Todo Poderoso, Amoroso, Bastante, Alfa, Ômega, Intercessor, Misericordioso.
O Evangelho no qual tenho crido é o Evangelho que confronta os nossos pecados. É o Evangelho que nos mostra exatamente como somos: pecadores, miseráveis, caídos, portadores das mais horrendas e lastimáveis causas de sermos separados de Deus. É este confronto que nos desperta para a nossa necessidade de buscar com mais e mais temor e tremor a Deus! O Evangelho no qual tenho crido é diferente deste que desde o momento mesmo em que o Cristo ressuscitado prometeu enviar-nos o seu Consolador tem sido pervertido e fantasiado por pessoas que movidas por boas ou más intenções tentam transformar sua obra e sua mensagem em algo mais palatável, mais fácil de ser digerido. O Evangelho no qual tenho crido rejeita a roupagem do mundo com a qual tantos “pregadores de massa” tentam lhe vestir, para atrair mais pessoas para sua causa.O Evangelho no qual tenho crido é o único capaz de reconciliar o homem caído e vocacionado pelo pecado com o Criador de todas as coisas. O Evangelho no qual tenho crido é duro e pesado como a cruz que lhe introduziu o sangue. Ninguém pode torná-lo mais leve e mais atraente. Este Evangelho não toma parte na guerra de crenças e mandingas em que vence a batalha quem consegue “arregimentar” mais incautos à sua própria instituição, mesmo que à custa de promover entre estes a separação definitiva de Deus. O Evangelho no qual tenho crido não oferece cura fácil e imediata para todos os males, nem todas as bênçãos financeiras, nem “trazer de volta amarrado” um amor perdido. Não precisa de “santa” milagreira, de “labirinto-de-sal-da-cruz-dos-setecentos-sei-lá-o-quê”. O Evangelho no qual tenho crido repele a todas estas coisas que atraem as multidões, que procuram um evangelho que não os incomode muito. Um evangelho que os permita continuar com os velhos erros, com todos os vícios que sempre cometeram, mas, ainda assim, recompensá-los com as bênçãos que todos buscam. O Evangelho no qual tenho crido não pode ser encontrado nestes lugares em que há choro e gritaria estéreis e sem o eficaz arrependimento. Pulinhos, soluços, quedas, desmaios, gente que se auto-flagela para “venerar” uma estátua qualquer, não podem entendê-lo nem vivê-lo. O Evangelho no qual eu tenho crido, não precisa de nada disso, pois possui o que de melhor e mais poderoso poderia ter: Jesus Cristo! O Evangelho no qual eu tenho crido não precisa de máscaras nem de embalagens bonitas. Esse Evangelho não precisa imitar o mundo. Dispensa o “arraiá” das festas pagãs. Abomina o mantra que repete incessantemente: “Se Deus é por nós quem será contra nós”. O Evangelho no qual tenho crido foi vivido pelo Cristo Salvador da humanidade. Foi sofrido, teve sua consumação através de morte e morte de cruz. não precisa imitar as religiões afro-brasileiras, através da “Tenda do Pai”, ou de talismãs e amuletos místicos que curam. O Evangelho no qual eu tenho crido é o Evangelho que vomita de sua boca o triunfalismo estúpido cuja Bíblia tem apenas um versículo: “tudo poso naquele que me fortalece”. É o Evangelho que não se mistura com quem “determina” o que Deus deve fazer, pois esse mesmo Evangelho nos ensina a servir e obedecer ao Deus Vivo, ao Deus que tudo criou e que a tudo governa com mãos poderosas. Enoja-me o “evangelho” que trata ao seu deus como uma marionete que não tem nenhuma vontade e que não serve para nada além de atender aos caprichos de toda criatura estulta que lhe “determina” alguma coisa. Este “evangelho” de promoção que se encontra em todo tipo de seita de todas as matizes, das romanas às africanas, passando pelas neo-amuletistas que estão sempre inovando. Inovam tanto, que sequer se lembram do Evangelho e de seu Consumador. Evangelho no qual eu tenho crido é o Evangelho Cristocêntrico, que mostra ao mundo a obra, a vontade e os mandamentos do Salvador. O Evangelho que Jesus pregou e viveu nos diz: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”. O Evangelho no qual tenho crido foi pregado e vivido pelos apóstolos bíblicos, pelos heróis e mártires da fé e da obra missionária. Evangelho sem máscara, sem rótulo, sem marca, sem modelo, sem solução imediatista para interesses materiais comezinhos. Este Evangelho foi oferecido ao mundo em perfeição na simplicidade de sua mensagem: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e a tua casa”. O Evangelho no qual tenho crido inspirou a Lucas que escrevesse parte dele e dissesse dos Apóstolos Pedro e João: “Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se; e reconheceram que haviam eles estado com Jesus” (At 4.13). O Evangelho no qual tenho crido é, conforme o Apóstolo Paulo, que escreveu e vivenciou este mesmo Evangelho: “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.6). Também o Autor e Consumador da minha fé disse: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16). O Evangelho no qual tenho crido não pode ser vivenciado através da camiseta gospel, da música gospel, do adesivo gospel, do cartão de crédito gospel, do jogador de futebol gospel, do amuleto gospel seja ele qual for. Não que a camiseta ou o adesivo estejam errados, mas sem vivência de evangelho, tudo o mais é mera empulhação. Não adianta vestir a roupagem gospel mercadológica sem tomar banho. Desta forma, nossos pecados continuariam fedendo insuportavelmente e nos denunciando onde quer que fôssemos. O Evangelho no qual tenho crido pode ser loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus. Por Este Evangelho, o morrer é lucro! Por este Evangelho fui chamado. E, sendo chamado, eu, o pior entre todos os pecadores posso fazer a vontade de meu Criador. Este é o Evangelho que nos foi ordenado pregar. Deste Evangelho o Senhor nos deu a instrução: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura, quem crer e for batizado será salvo, quem, porém, não crer será condenado” (Mc 16.15). O Evangelho no qual tenho crido (e que tenho pregado) foi vivido, morrido e ressuscitado para que você não precisasse morrer. Não morra! Escolha viver! Escolha o fardo leve!

Autor:Georges Nogueira

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2 comentários:

  1. Ótimo post, é disso que o povo de Deus precisa infelizmente é duro demais para os que escolhem o fardo pesado.

    graça e paz; Raoni Carmo
    queissoirmao.com

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  2. Olá parceiro, recentemente mudamos nosso domínio e banner, pedimos que subistitua em sua página(não encontramos nosso banner). Seu banner continua em nossa página de parceiros www.jovensadoradores.com

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