O Pecado e A Salvação Eterna !!!

A resposta para a questão que pergunta, "Como a salvação pode ser eterna e incondicional?" (uma vez que, sendo assim, parece que haveria uma porta aberta para a prática do pecado na vida dos crentes, já que não sentiriam o mínimo temor de perder a salvação como consequência do pecado), reside na sinceridade da intenção da pessoa que se converte. 
Quando alguém aceita verdadeiramente Jesus Cristo como seu salvador pela fé nEle, esta pessoa está sendo sincera, ao menos, no momento de sua conversão. Do contrário Deus não aceitaria a sua confissão de fé - uma vez que é impossível enganar a Deus, fingindo que se pretende viver como seu filho sem ter esta intenção, com o objetivo de obter suas boas graças e ir para o céu. Logo, quando alguém se torna cristão de verdade, tal conversão, se aceita por Deus, é genuína, e é com base nesta sinceridade que Deus concede ao crente a adoção como filho e a inclusão nas promessas a se cumprirem nesta vida e na eternidade.

O fato de o cristão vir a pecar mais tarde, independente do tipo de pecado cometido, não anula a aliança feita com Deus em total sinceridade de coração. Deus sabe que o crente pretendia viver uma vida sem pecado, no momento em que entregou sua vida para Ele. Se houvesse a possibilidade de alguém vir a perder a salvação após haver se convertido sinceramente, o candidato a cristão teria de ser alertado sobre esta possibilidade, ou seja, tal condição deveria fazer parte da pregação com vistas a conversão - porém, aos incrédulos sempre é pregada a salvação eterna com as bençãos futuras a serem acrescentadas na eternidade, sem a inclusão de uma cláusula estabelecendo que a aceitação do crente na família de Deus pode ser anulada por futuras ações que desagradem a Ele. 

Concluindo: o que nos faz dignos da salvação eterna e incondicional é a intenção sincera, manifestada ao menos uma vez na vida, de aceitar Jesus como Senhor e viver de forma obediente aos seus mandamentos. A decisão sustentada por tal espírito jamais pode ser apagada da memória de Deus. Ela é uma prerrogativa dos que possuem o coração sincero e desejoso de viver de uma forma que agrade ao Criador ainda que aprisionados em uma carne pecaminosa e tendo de viver em um mundo onde o mal age e impera de forma irrestrita. É um atestado, com validade eterna, da própria essência daquele que a exprime. O incrédulo e indisposto a aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador jamais chega a atingir tal disposição; mas. quem a manifestou uma vez, arrependido após viver uma vida de pecado, pode voltar a manifestá-la novamente se tornar a pecar. 

Autor: José Cassais, do site Enigmas Bíblicos Via:http://cristaonew.blogspot.com
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